quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Sargento reformado do Exército é suspeito de matar o vizinho por causa de um muro



A construção de um muro foi o estopim para o assassinato de um taxista, 45 anos, na madrugada desta quarta-feira (27), no bairro de Valentina Figueiredo, em João Pessoa. A vítima foi morta a tiros e o suspeito do crime é o vizinho dela, que é um sargento reformado do Exército Brasileiro, de 71 anos, conforme informou o major Carlos Sena, comandante do 5º Batalhão de Polícia Militar.

Essa foi a terceira morte na Capital no intervalo de poucas horas. Em Sapé também ocorreu homicídio. Entre os crimes está um homem que teve uma das orelhas decepadas. O major confirmou que havia um desentendimento antigo entre vizinhos. Após a construção de um muro, as discussões aumentaram culminando com a morte de um deles.

- Fiquei sabendo que a vítima já tinha prestado queixa a polícia judiciária sobre as ameaças e as brigas entre eles. Pelo o que nós apuramos, a construção de um muro foi o motivo da morte. O acusado é reformado das Forças Armadas, tem 71 anos e possui porte de armas – disse o major.

Após o assassinato, o homem que efetuou os disparos fugiu sem deixar pistas. A Polícia Militar realiza diligências para prender o responsável pelo crime. “A família do reformado do Exército já nos procurou e está aflita pela situação. Filhos e a esposa estão preocupados temendo um desfecho trágico”, revelou o major. O corpo do taxista foi encaminhado para a Gerência de Medicina e Odontologia Legal (Gemol) de João Pessoa.

Na madrugada desta quarta (27), em João Pessoa, um ainda não identificado foi assassinado com dois tiros na cabeça, em frente a um correspondente bancário na Avenida Cruz das Armas. A polícia ainda não tem pistas do assassino nem sabe a motivação do crime.

Na cidade de Sapé, na Zona da Mata, um idoso foi morto a tiros, após ter a casa invadida na madrugada desta quarta. A família informou que a vítima era homossexual, mas não tinham inimigos. Entretanto, eram constantes os desentendimentos com vizinhos.

Por Hyldo Pereira

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